terça-feira, 23 de março de 2010

O casamento na antiguidade

Os ritos são mecanismos que buscam a totalidade, a integração dos indivíduos, freqüentemente inexistente ou difícil de ser percebida no cotidiano. Nesse sentido, a cerimônia de casamento, seja religiosa ou não, representa um momento ritual no qual se concentra um estado de alegria pessoal baseado, porém, na existência social, na celebração em grupo.

Na antigüidade o casamento tinha finalidade social e política. O desenvolvimentolento da agricultura e da pecuária foi compondo os clãs, que eram constituídos de famílias que foram se fixando nas terras em definitivo. Essas ocupações produziram agregações em outras tribos, em decorrência, principalmente, das uniões matrimoniais, formando-se assim uma comunidade política, onde a autoridade era paterna.

Para os babilônicos o casamento era um contrato realizado entre o futuro marido e seus pais com os pais da futura esposa. Consistia na entrega de uma quantia em dinheiro,marcando assim o inicio de uma parceria, a primeira fase da realização do matrimônio.


No Egito, inicialmente, o casamento era monogâmico e religioso, onde somente o faraó podia ter várias esposas. A aprovação dos pais era condição obrigatória para arealização do matrimônio, que só se completava com a troca de presentes entre as famílias.
Após a unificação do Alto Egito, passou-se a exigir o consentimento dos esposos e também um contrato. Prevalece o princípio da igualdade dos cônjuges, tendo a mulher plena capacidade, inclusive de dispor de seus próprios bens. O divórcio só era permitido para os casos de adultério feminino ou esterilidade.

A mulher judia também não era totalmente submissa, pois o casamento dependia de sua aceitação quando fosse maior de idade. As esposas legítimas tinham igualdade de direitos, diferente das concubinas e das escravas.

Na Grécia, nem as diversidades das cidades e de seus gêneros de vida, apagaram alguns costumes que marcaram as instituições familiares e a organização social. Em Atenas a família era monogâmica, apesar de o concubinato ser aceito pelos costumes. O casamento era sempre antecedido do noivado, que era uma negociação entre opai da noiva e o futuro marido. A mulher ateniense não era vista como cidadã, pois nãotinha nem direitos civis e nem jurídicos, sendo sempre submetida ao seu pai ou seu tutor,seu marido ou seus filhos caso fosse viúva. Não podiam comprar e nem vender imóveis,sendo seus os únicos direitos o poder de se casar e o de gerar descendentes legítimos. Só era punido o adultério feminino; o divórcio consistia, simplesmente, no repúdio do marido pela mulher.

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