quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

CONHEÇA AS LEIS DA MAGIA, DE TODA MAGIA!

AS LEIS DA MAGIA
Durante os séculos, uma coleção de axiomas mágicos e místicos básicos surgiram nas
várias culturas. Podemos chamar a tais axiomas de Leis da Magia. Como a Lei da
Gravidade, estas leis mágicas não são atos legislativos (como alguns teólogos tentaram
fazer), mas são descrições dos caminhos que o fenômeno - neste caso a magia - parece
cursar. São resultado de observações, testes e teorização, onde tudo agrupado para que
se tenha um todo coerente.
Nem todas essas leis são conscientemente conhecidas ou compreendidas pelos que as
usam, e nem todas surgirão automaticamente em todas as culturas que tenham tradição
em magia.

1) A Lei do Conhecimento é a lei mais básica de todas as leis. Ela estabelece que "o
conhecimento traz controle", que quanto mais você aprende, mais forte você é. Se você
souber tudo o que há para saber sobre alguma coisa, então você terá controle total sobre
esta coisa. Esta é a base da ciência e tecnologia modernas, e obviamente corresponde à
forma com que o homem trabalha. Quanto mais for possível saber sobre os fenômenos
internos e/ou externos, maior a possibilidade de resolver problemas e conseqüentemente
maior é a chance de sobrevivência. A frase-chave para esta lei poderia ser: "Conhecer é
poder".
A mais importante sub-lei desta primeira lei é a Lei do Auto-Conhecimento que diz que
o conhecimento mais importante é o de si mesmo. Esta também tem uma base lógica.
Constante revisão e reorganização dos conteúdos da mente e do corpo promoveriam a
efetivação da sobrevivência. A frase-chave poderia ser "Conhece-te a ti mesmo". Todas
as outras leis dependem destas 2; é sábio mantê-las em mente.

2) A Lei dos Nomes relaciona-se com a Lei do Conhecimento e com a Lei da
Associação. Ela estabelece que o conhecimento do nome real e completo do fenômeno
ou entidade confere controle sobre ele (quase todos os fenômenos na magia são
personificados e podem ser considerados como "entidades" ou seres). Essa lei baseia-se
em 2 premissas básicas. Primeiro que o nome é uma definição daquilo que ele nomeia;
conhecendo o nome você conhece aquilo que está sendo nomeado. Conforme você
obtém mais informação sobre a coisa nomeada, o nome muda e evolui para conter a
nova informação, geralmente expandindo o processo. Segundo: nomes são esquemas
associativo tanto como aspectos ou descrições do fenômeno, quanto raiz, ou "germe" ou
som. Iremos falar mais sobre isso quando falarmos na Lei da Associação. A frase-chave
para a Lei dos Nomes é: "O que está no nome? Tudo!".
Uma sub-lei é a Lei das Palavras de Poder. Ela diz que existem certas palavras que são
capazes de mudar ou influencias a realidade interna e externa quando mencionadas.
Cada palavra pode ser considerada como sendo o nome de algo, mas isto não é o mais
importante, muito embora a maioria das palavras de poder ser derivada de nomes de
deuses antigos. Palavras como "abracadabra" podem não ter nenhum significado, mas
isto é irrelevante. O poder parece estar no próprio som (e é claro que o "Falador" deve
estar em um estado de espírito especial), tudo isso somado ao assunto da meditação ou
invocação. A frase-chave seria: "Uma palavra para o sábio é suficiente".

3) A Lei da Associação: se 2 coisas A e B têm algo em comum, esse algo pode ser
usado para controlar a ambos, e A e B têm uma influência mútua, dependendo da
natureza desse algo em comum. Quanto mais eles têm em comum, mais eles
influenciam um ao outro.
Quando um caçador mata um leão, ele pode comer o fígado do animal acreditando que
isso aumentará sua força; ou um guerreiro pode comer o cérebro de seu inimigo
aprisionado no sentido de assimilar a coragem do seu oponente. Na igreja come-se um
pedaço de pão que acredita-se ser o corpo de Cristo para que os Seus atributos sejam
transferidos para o crente. Estes exemplos de "canibalismo ritual" são os mesmos: o
leão tem força e um fígado de leão. Se eu tiver o fígado do leão eu terei a força de um
leão.
Hoje em dia a Lei da Associação é raramente usada em sua forma pura. Duas de suas
sub-leis são mais comuns: a Lei da Similaridade e a Lei do Contágio. A primeira está
baseada na "magia simpatética" e basicamente afirma que o efeito se parece com a
causa. Lembre-se que qualquer objeto, idéia ou pessoa que o recorde ou está conectada
(ou associada) com o fenômeno ou entidade, partilha do poder da entidade e pode ser
usada como se fosse a própria. Então, a frase-chave para a Lei da Similaridade seria:
"Os que parecem iguais são iguais".

4) A Lei do Contágio tem uma má reputação por causa da publicidade feita em torno
dos vudus e maldições. Certamente ela pode ser usada para matar, mas também pode
curar. Esta lei estabelece que "coisas que estiveram uma vez em contato, podem
continuar a interagir mesmo depois de separadas". A ênfase está em objetos ou pessoas
que estiveram em contato físico umas com as outras. Assim você pode usar fios de
cabelo ou unha para fazer uma maldição porque estão associados com (ou lembram) a
vítima. Ou você pode tocar uma criança doente com "água benta" para curá-la. A frasechave
aqui é "O poder é contagioso".
Estas 2 leis normalmente trabalham juntas e quase todos os rituais invocam-nas, como
quando o padre faz o sinal da cruz com óleo ou água sagrados sobre o corpo do crente,
ou quando o arroz da fertilidade é lançado sobre os recém-casados.
A Associação é usada também ao reverso em "rituais ridículos" onde as associações
com o inimigo são distorcidas no sentido de enfraquecê-lo. É comum usar os gestos,
símbolos, palavras ou nomes do inimigo de forma contraditórios, ou sujos ou em
combinações ridículas no sentido de destruir o seu poder.
A Lei da Associação é provavelmente mais usada do que qualquer outra lei. Como a
magia é predominantemente uma função da mente e de padrões de pensamento, pode-se
esperar que tal lei tenha uma conexão íntima com a forma como a mente humana
trabalha. Isso não causa estranheza nenhuma, uma vez que a maior função cerebral
parece ser a da associação.
Até onde os psicólogos podem falar, o pensamento, sentimento e memória são
resultados de correlações (associações) entre as informações que já estão organizadas e
a informação nova que é constantemente recebida. Quando as informações são
associadas, padrões são produzidos. A mente, ou personalidade ou "visão do mundo",
consistem de milhões de padrões. Somados eles formam um meta-padrão. Novas
informações formam novos padrões e modificam os antigos; um pedaço de informação
nova pode mudar drasticamente um grande padrão completamente. Os padrões maiores
são bastante conservadores e assim um homem pode enlouquecer ao invés de admitir
que deve mudar seu meta-padrão. É bom lembrar que aqueles que têm sucesso em fazer
as alterações maiores em seus meta-padrões, correm o risco de tornarem-se conversos
fanáticos, como São Paulo ou Lênin.
E então, onde está a conexão? A Lei da Associação pode ser considerada como uma
afirmação dos princípios da mente humana. "Qualquer informação correlacionada com
informações organizadas previamente, soma-se ao conteúdo total do padrão
informacional, aumentando a compreensão e o controle do fenômeno considerado".
É bom lembrar que a informação não precisa ser conscientizada; de fato, na vida
normal, muito pouco o é. Ter um fio de cabelo, uma imagem feita em cera, ou saber o
nome secreto, ou dos ancestrais são formas de obter mais informação sobre a pessoa ou
evento. Tudo isso pode ser organizado apenas em um nível inconsciente ou até psíquico
e ainda assim funcionar. A frase chave da Lei da Associação poderia ser "

5) A Lei da Identificação combina a do Conhecimento, Associação e Personificação e
diz que através da maximização da associação entre o seu meta-padrão e o da outra
entidade, você pode realmente tornar-se a entidade e obter o seu poder. Por aumentar a
associação e organização das informações sobre a entidade ou fenômeno, você aumenta
o seu conhecimento. A "atuação" da entidade da à você mais informação ainda, como se
você começasse a ter uma idéia de como a entidade se sente do outro lado. Você então
examina o seu meta-padrão pessoal do ponto de vista do meta-padrão da entidade. Isto é
entendido como "tornar-se" a entidade; todos os pensamentos de separação se vão e
você pode fazer tudo o que a entidade faz, porque você é ela.
Desafortunadamente muitas pessoas perdem a si mesmas dentro da entidade; fica-se
num estado onde nem se está separado e nem se é igual, e o mais forte sempre se
sobrepõe ao mais fraco. Dependendo da cultura isto é compreendido como loucura ou
como santidade. A frase chave para esta lei pode ser "Você pode tornar-se outro".

6) A Lei da Síntese, ou a União dos Opostos, estabelece que a síntese de 2 idéias ou
informações opostas produzirá uma terceira que será tão verdadeira quanto as outras
duas. Basicamente essa lei permite manipular 2 informações conflitantes sem ansiedade
ou rupturas cognitivas. Permite vários tipos de adaptação da conduta. permite mudar as
idéias de forma mais brada e alterar padrões valiosos quando necessário. Permite
redirecionar a atenção sobre as contradições desagradáveis por revelar que existe um
outro elemento. O resultado final será alguma coisa nova que é em essência a síntese
das crenças originais. A frase-chave pode ser "A síntese reconcilia".

7) A Lei da Síntese relaciona-se estreitamente com a Lei da Polaridade que diz que
qualquer coisa pode ser dividida em 2 características completamente opostas e mais,
que cada uma destas polaridades contém a essência da outra na sua própria essência. A
frase mais comum dentro do ocultismo que usa esta lei é: "o macrocosmo está no
microcosmo". Esta frase é muito interessante e relações foram criadas entre as partes da
mente, corpo e espírito e as estruturas do universo. Apesar de parecer real, esta
correlação deve ser também buscada em termos da utilidade dela nos diferentes
processos. A frase-chave para a Lei da Síntese seria "Tudo contém o seu oposto".

8) A Lei do Equilíbrio estabelece que se você deseja sobreviver você deve manter todos
os aspectos do seu universo equilibrados. Você deve ter uma certa quantidade de
energia ou poder; se você tiver muito pouco ou então, tiver demais isto poderá matá-lo.
O fanatismo deve ser evitado, pois quanto mais longe você for em direção a uma
postura extremada, menos flexível e adaptável você será. Desde que, naturalmente, você
não se torne flexível demais! Ou seja, o que é necessário é um equilíbrio dinâmico e não
estável. A frase-chave seria "Atinja um equilíbrio".

9) A Lei da Informação Infinita estabelece que você nunca irá escapar de coisas a serem
aprendidas. Esta lei serve ao propósito de prevenir a estagnação e desespero e encorajar
constante pesquisa por novas informações. A frase-chave é "Há sempre algo novo".

10) A Lei da Sensação Finita adiciona algo novo a esse assunto. Em condições normais,
você não pode ouvir, saborear, tocar ou cheirar com seus olhos. Os olhos estão
limitados a uma só forma de percepção sensorial e ainda assim a uma só faixa da luz
visível. Todos os sentidos estão similarmente limitados ao tipo e alcance da percepção
enfocada. Nós não vemos tudo o que há no universo para ver, assim não há provas de
que a informação disponível aos nossos sentidos é a informação total que existe. A
frase-chave aqui seria "Nós não podemos ver todas as coisas".

11) A Lei dos Universos Infinitos diz que existem infinitas formas de ver o universo e
por isso, um número infinito de universos. Esta lei é o resultado necessário da
quantidade infinita de informação. Se a informação é infinita então os padrões e metapadrões
pessoais possíveis para manipular a informação também é infinito.
Há um outro ponto a considerar. Todo o ser que percebe é único. Cada um de nós possui
um sistema sensorial que ninguém mais tem; a maioria das pessoas vem com um
equipamento similar, mas não há 2 pessoas que percebam o mundo da mesma forma.
Assim todos nós vivemos em diferentes universos e existem pelo menos 3.5 bilhões de
universos convivendo neste planeta ao mesmo tempo. Lembre-se que o seu universo
depende da sua sensação e de como você a classifica. A primeira é resultado de seu
equipamento físico; a segunda de sua organização cognitiva. Mude um deles e você
estará em um novo universo. A frase-chave seria "Existem infinitos universos".

12) A Lei do Pragmatismo é simples. "Se funciona, é verdadeiro". Outra forma de dizer
isso é a de Crowley: "conveniência máxima". Isto significa qualquer coisa: conceitos,
métodos, sonhos, mitos, informações, incluindo todos os padrões mais que eles podem
formar. Isto é no fim, apenas uma afirmação de como os organismos trabalham. Se uma
informação, padrão ou meta-padrão, ajuda o organismo a sobreviver, então isto passa a
ser "verdade" para ele. Se não ajuda, ou então, até impede a sobrevivência, o organismo
irá rejeitar tal coisa como sendo "falso". Ou mortal. A frase-chave é tão simples quanto
a própria lei "Se funciona - é verdadeiro".
Colocando esta lei junto com a dos Universos Infinitos obtemos um resultado
interessante. A verdade pode ser definida como uma função da crença! E vale lembrar
que aqueles que realmente examinam suas crenças são mais flexíveis do que aqueles
que foram treinados a recebê-las de cima.
Então se a minha crença em um Thor "real" me auxilia a iniciar uma tempestade, então
é "verdade" que Thor existe. O que pode (ou não) ajudar os teólogos que estiverem
lendo esse livro. Isto nos traz a uma importante sub-lei. A Lei das Falsidades
Verdadeiras. Ela refere-se a informações que contradizem um meta-padrão usual mas
funcionam. Em qualquer outro sistema isto traria ansiedade e até insanidade. Mas na
magia nós temos a Lei da Síntese de tal forma que 2 verdades podem ser trabalhadas
juntas até que uma decisão final possa ser tomada. Você pode decidir que não há
contradição real ou então sintetizar uma nova verdade. Até você faze-lo, nós teremos o
que podemos chamar de falsidade verdadeira. Porém, na magia "é o pensamento que
conta". A frase-chave poderia ser "Se é um paradoxo, é provavelmente verdadeiro".

13) A última grande lei que iremos tratar é a Lei da Personificação com suas 2 sub-leis a
da Invocação e a da Evocação. A lei principal estabelece que qualquer fenômeno pode
ser considerado como estando vivo e tendo uma personalidade, ou seja, como sendo
uma entidade; e isto geralmente é útil e pode ser verdadeiro.
É um fato bem conhecido da natureza humana que tendemos a personificar objetos
inanimados. Se você bate sua cabeça numa porta, você a amaldiçoa como se ela
estivesse viva e tivesse machucado você de propósito. Embora a Teoria do Universo
Animista já não seja mais tão popular entre os estudiosos das religiões ditas primitivas,
continua sendo real o fato que ainda personificamos coisas, especialmente em tempos
de choque ou de crise.
Irei oferecer aqui uma pequena teoria para tentar explicar a razão disto: seres humanos
têm a infância mais longa de todos os animais. A criança acha que recebe a esmagadora
maioria de sua informação através dos pais ou outras pessoas. Quando ela começa a
pensar e associar de forma ainda meio complicada, ela o faz em termos de associações
com padrões-pessoas, porque o padrão que ela conhece melhor é o das pessoas. Tudo é
pensado em termos das relações com esse padrão simples que foi incutido nela forte e
precocemente. Mais tarde, com o crescimento, ela aprende outros padrões, mas nenhum
jamais toma o lugar desse primeiro, e, particularmente nos tempos de crise, o padrãopessoa
grita "corra para as pessoas em busca de socorro" e uma imagem do papai e da
mamãe surge na mente.
Dai a facilidade com a qual o homem personifica objetos e até idéias abstratas. E daí a
tendência universal de fazer nossos deuses e demônios a nossa própria imagem, sem
mencionar o ponto onde deuses semelhantes ao homem justificariam o comportamento
infantil para uma parte das pessoas. A frase-chave para esta última lei seria "Qualquer
coisa pode ser uma pessoa". As Sub-Leis da Invocação e da Evocação dizem que você
pode conjurar, a partir do interior e do exterior (respectivamente) de seus próprios
metapadrões, entidades reais. Estas entidades seriam apenas personificações dos
padrões. Porém, Crowley dizia "É mais conveniente assumir a existência objetiva de um
`Anjo' que nos dá um novo conhecimento do que assumir que nossa invocação acordou
um poder superior em nós". É usualmente mais confortável personificar, uma vez que a
paranormalidade em nós mesmos é geralmente aterrorizante.
Estas 2 leis podem ser consideradas a mesma dependendo se você acredita ou não em
universos externos à sua mente. A frase-chave seria "É parte de você, não é parte de
você" (no original: "beings within, beings whithout").
Isto completa nossa lista das Grandes Leis da Magia. Provavelmente existem outras.
Tentamos aqui examinar certos princípios comuns nas diferentes tradições ocidentais e
orientais.
Se você trabalhar sobre o ocultismo você encontrará várias Leis, Princípios, Regras que
poderão facilmente ser traduzidas nas leis básicas expostas aqui. Com exceção de
autores com Crowley e Fortune, encontraremos que muitos dos princípios em seus
trabalhos foram borrados por uma coloratura de abstrações, moralismos, preconceitos e
lixo puro, por pessoas sem princípios, a não ser no que relaciona-se com suas fartas
contas bancárias. Para muitos, atualmente, ocultismo se escreve oculti$mo.

Fonte: P.E.I. Bonewits "Real Magic - an introductory treatise on the basic principles of
yellow magic", Open Gates Books, London, 1970
Adaptação: NoKhooja
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